“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

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Sinto falta.

Faz-me falta.

Falta.

 

miúda* às 00:41

Quarta-feira, 11 de Abril de 2012

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Uma clareza idónea que faz mal.

Uma certeza plena que dói.

Um conhecimento premonitório que dilacera.  

Uma vontade cega de mandar tudo isso à merda e fazer mesmo assim.

 

miúda* às 01:53
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Segunda-feira, 09 de Abril de 2012

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«(...) olhando-a nos olhos, explicou-lhe que os sonhos - os mais importantes e desejados - quase sempre entram em conflito entre eles. Inevitavelmente temos de decidir por quais vamos lutar e aceitar os que são adiados, ficando, por tempo indefinido, mergulhados no espaço imenso que é a fantasia e a imaginação.»

 

by Closet

 

 

Há momentos em que ao passar os olhos pelos saltimbancos que fazemos da vida, batemos de frente com excertos que traduzem por palavras a barafunda que nos caracteriza.

Os sonhos são uma areia movediça perigosa sobre o qual caminhamos alegres e perfeitos ignorantes do perigo. Não interessa se não se sabe o que se quer, o essencial há-de sempre pertencer ao que não se quer. E a carência resulta da indefinição que damos a essa vontade. 

Sei com toda a minha coerência pessoal que aquele é o devaneio morto ainda antes de nascer, mas no silêncio é dentro do peito que o sonho que mais se teme quer brotar, espreitando tímido, tentando sair da fantasia em que o trancamos. 

Luta haverá sempre, sob o punho pesado dos sonhos reis e senhores prontos a sacrificar vísceras e coração, em prol de vitórias infrutíferas que nunca trarão a felicidade sem deixar um rasto de demasiadas baixas impossíveis de colmatar.

 

miúda* às 01:12

Domingo, 08 de Abril de 2012

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Conduzo naquela estrada estreita que escorre e se perde qual rio  por entre a serra densa de árvores.

É noite de luar. Uma lua farta que ilumina tudo como uma luz de presença a criar sombras tenebrosas.

Piso o acelerador até não poder mais, não sou mais eu mas um vazio de movimentos mecânicos.

Sinto o carro fugir, descontrolado, numa curva demasiado apertada e assim me deixo ir a deslisar estrada fora em contramão até quase cair no precipício fundo lá em baixo, ficando imóvel parada a olhá-lo de frente. Inspiro e expiro como se a dor fosse feita de ferro e acelero veloz uma vez mais. Perdi-me algures do meu corpo. Há partes das quais não se sabe abrir mão.

E quando nos sentimos afundar aos poucos lá fora ninguém sabe. É o som de perder o que nunca se encontrou.

 

miúda* às 03:41

Domingo, 05 de Fevereiro de 2012

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Tudo o que dá vontade é de fazer birra. Daquelas como as crianças com direito a amuo com beicinho e braços cruzados de muito mau humor.

Nada que um par de estalos não resolva.

 

miúda* às 00:05
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