“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011

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O Facebook sabe ser uma porcaria. O the man só por si já me tira do sério em todo e qualquer sentido, e ver uma foto em que ele segura e beija carinhosamente a testa de um bebé deixou-me de olhos esbugalhados a olhar para o monitor.

Definitivamente se me casasse, com ele casava-me sem pensar duas vezes.

Oh cupido estúpido, amores platónicos sabes tu criar agora acertares na seta é mais complicado!

 

 

miúda* às 14:49

Quarta-feira, 27 de Abril de 2011

"Por vezes apaixonamo-nos pela própria paixão, pelo desejo de ter sem ter, pela vontade criativa que nos cerca e ilude, mas que rapidamente se esfuma perante uma realidade crua e inacessível."

 

 

 

miúda* às 19:11

Quando percebemos que há um qualquer rasgo de cabeça cabisbaixa dá vontade de puxar e abraçar com cada centímetro de envergadura de nossos braços aquele corpo maciço maior que nós. Porque nestes momentos as proporções tornam-se dispensáveis.

E no fundo maior que a vontade desse consolo é a distância e o desconhecimento de causa que deita por terra qualquer necessidade de dar consolo sem que nos seja pedido.

As incorrespondências são um bicho papão mau, comem a saudade e expelem pensamentos ilusórios perfeitamente dispensáveis.

 

miúda* às 15:06
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Sexta-feira, 22 de Abril de 2011

Não me lembrava da última vez que tinha chorado.

Sei o que senti e vi as lágrimas secarem por não terem mais capacidade de cair. Tanto tempo volvido e agora desencadeadas por um factor tão estúpido parecem cair de avalanche umas atrás das outras.

Como odeio ficar assim. Devia haver um botão qualquer que desligasse a parte emocional do coração.

Vou dormir que o meu mal é sono.

 

 

miúda* às 00:55

Terça-feira, 19 de Abril de 2011

 

Às vezes não sabemos bem o que se faz e o que se é. Apenas nos deixamos levar pelas circunstâncias que nos rodeiam e nos enrolam na maré.

Quer-se que o mundo gire ao contrário e que o branco passe a preto na presente incapacidade de se saber existir. Porque nem isso sabemos, eu não sei.

Não me sei definir e não sei ficar ausente daquilo que a vontade me aperta. Apetece-me, desejo, quero, ambiciono… e fico assim a remoer o que está longe rendida à força desmedida das conjunturas que me sufocam.

 

miúda* às 14:17