“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Terça-feira, 15 de Maio de 2012

Untitled / laura taylor

“Blue jeans

White shirt

Walked into the room, you know you made my eyes burn”

 

Sonhei com aquela t-shirt branca, jeans desbotados e barba em desalinho que me entraram de rompante naquela manhã e me fizeram desejar mais do que alguma vez tinha desejado, até o rosto cair numa mancha difusa que não soube reconhecer.

Depois acordei e esqueci.

Já não é importante. Até os sonhos deixaram de o querer.

miúda* às 02:35

Segunda-feira, 16 de Abril de 2012

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"Tenho por meu desespero
Dentro de mim o castigo
Eu digo que não te quero
E de noite sonho contigo"

 

Preciso de uma overdose de café.

Às vezes não nos deviamos lembrar dos sonhos. Traduções erróneoas, assim ao jeito de forçar que bem podemos dizer mil e uma coisas da boca para fora, exalar com com cada poro e transparecer com cada gesto e trejeito que nos saia lançado do corpo o que quisermos e bem entendemos.

Porque de noite, e só de noite o bicho que trazemos nos peito acorda para desmentir tudo aquilo que não soubemos transformar em verdade.

 

  

miúda* às 11:07

Segunda-feira, 09 de Abril de 2012

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«(...) olhando-a nos olhos, explicou-lhe que os sonhos - os mais importantes e desejados - quase sempre entram em conflito entre eles. Inevitavelmente temos de decidir por quais vamos lutar e aceitar os que são adiados, ficando, por tempo indefinido, mergulhados no espaço imenso que é a fantasia e a imaginação.»

 

by Closet

 

 

Há momentos em que ao passar os olhos pelos saltimbancos que fazemos da vida, batemos de frente com excertos que traduzem por palavras a barafunda que nos caracteriza.

Os sonhos são uma areia movediça perigosa sobre o qual caminhamos alegres e perfeitos ignorantes do perigo. Não interessa se não se sabe o que se quer, o essencial há-de sempre pertencer ao que não se quer. E a carência resulta da indefinição que damos a essa vontade. 

Sei com toda a minha coerência pessoal que aquele é o devaneio morto ainda antes de nascer, mas no silêncio é dentro do peito que o sonho que mais se teme quer brotar, espreitando tímido, tentando sair da fantasia em que o trancamos. 

Luta haverá sempre, sob o punho pesado dos sonhos reis e senhores prontos a sacrificar vísceras e coração, em prol de vitórias infrutíferas que nunca trarão a felicidade sem deixar um rasto de demasiadas baixas impossíveis de colmatar.

 

miúda* às 01:12

Segunda-feira, 05 de Março de 2012

All that I got

Lembrei-me agora num acesso de recordações as saudades daquela cama e daquele chão onde escassos momentos antes de doer soube a borboletas na barriga.

Há sorrisos cercados de abraços que ficam impregnados na memória por muito tempo que já tenha passado sobrepondo-se a qualquer mágoa dai despertada. 

 

 

miúda* às 00:39

Terça-feira, 25 de Outubro de 2011

Raramente me lembro dos sonhos quanto mais das pessoas com quem sonho.

Ok, às vezes lembro :)

 

 

miúda* às 23:55
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