“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Quarta-feira, 08 de Fevereiro de 2012

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"Há ocasiões que é mil vezes preferível fazer de menos que fazer de mais, entrega-se o assuntto ao governamento da sensibilidade, ela, melhor que a inteligência racional, saberá proceder segundo o que mais convenha à perfeição dos instantes seguintes."

 

José Saramago

miúda* às 00:17

Sexta-feira, 03 de Fevereiro de 2012

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Apetece-me beijos.

Beijos serenos, felizes, ternos, molhados, quentes e verdadeiros. Daqueles que nos deixam de sorrisos abertos no olhar de quem pede por mais.

Toques de lábios que revirem a alma, o corpo e o sentido real e irreal das coisas. Que faça balançar, tremer e cair feliz na imensidão daquilo a que chamamos inesquecível.

Laços e nós sedentos em quem saboreia a leves tragos aquilo que não se sabe desatar.

Apetece-me.

Um Beijo.

 

 

miúda* às 13:17

Quinta-feira, 29 de Setembro de 2011

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O HF disse-me que muitas vezes confundimos momentos com pessoas. Talvez ele esteja certo.

Há sempre mais que isso naquela espécie de tendência cega de associar cheiros ou sons ou sabores ou imagens a tudo o que é real e palpável como nós Homens. É quase que inerente fazer a ligação. Parece que quando voltamos sozinhos àquele pôr-do-sol ele não tem o mesmo sentido porque agora não está quem o partilhou connosco da primeira vez, mas ele faz.

É o que sentimos que faz as acções cravarem a ferro quente o momento na memória, o sol é apenas um pormenor adicional tal como qualquer corpo que ali tenha partilhado a dois uma sensação. Onde quer que se esteja sentir é o momento.

Amamos, odiamos, queremos ou repelimos o que nos causa sentimentos, os momentos são apenas um espaço temporal que se guarda nas gavetas da vida para sentir de novo sempre que quisermos.  

 

miúda* às 00:43

Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2011

POTD 02/7/07 - Future city / Sparky

Gosto de momentos que me inspirem e me façam contorcer numa espécie de prazer vital que ninguém entende bem.

São imagens e sensações que percorrem a pele num arrepio consentido.

Um caleidoscópio de cores que me despertam e impelem a continuar sem saber para onde vou.

Não vale a pena fugir do pára arranca algemada à vontade. Afinal, há felicidades que não são um jogo de azar e prisões que não são um fado inevitável.   

miúda* às 11:09