“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

le petit français

Aquele momento em que quando se anda á procura de uma foto se encontra outras que nem nos lembrávamos ter.

Olha-se para as pessoas da foto e nota-se os sorrisos. Parecem bem. Mas as fotos continuam e os sorrisos esvanecem-se de imagem para imagem até já não haver fotos que os enquadrem.  

Rebusca-se na memória um só motivo para se ter gostado e cai-se num silêncio embaraçoso. Não há um motivo nem um único elemento que se possa dizer foi daquilo.

Às vezes em vez de nos apaixonarmos pelas pessoas apaixonamo-nos pela ideia que fazemos delas. E então sem dar por isso a ideia morre e tudo parece ainda mais descabido num total acesso loucura que nos tomou.  

Mas há sempre um sítio onde o escuro não chega para nos levar e nasce uma vontade para nos trazer.

 

miúda* às 16:13

Quarta-feira, 07 de Março de 2012

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Houve alturas em que pensei que eu era o erro. E num sibilar inaudível de pensamento talvez ainda pense enquanto sonho á noite.

Não era suficientemente bonita, não dizia o suficiente, não sabia o bastante, não sorria o razoável, não sonhava que chegue, não tinha luz que bastasse, não possuía o muito… talvez por isso não me apresentou aquele amigo que chegou. Não era importante, disse.

Cada um é o que é e nada nem ninguém o pode alterar.

A identidade que define cada um torna-o especial. E o que tanto consegue detestar em mim eu consigo amar do mesmo jeito.  Porque nunca conheci ninguém pela qual quisesse mudar e que gostasse tanto de mim a ponto de não mo deixar fazer.

Às vezes o pensamento atraiçoa-me no que seria se o “se” não fosse um “se”. Mas isso acontece em tantos pontos da vida que não passam de pontas soltas, que este se torna minimo.

As pessoas são cais onde atracar, só temos de partir com a mesma intensidade com que chocamos ao chegar.   

 

miúda* às 01:44

Sexta-feira, 06 de Janeiro de 2012

E se se quis no momento...

Não tenho muitos arrependimentos mas todos eles são de agir de coração em vez de consciência.

 

miúda* às 00:52

Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011

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"Há uma imensa pequenez na grandeza de tudo o que achamos grande."

 

Bagaço amarelo

 

Por vezes é muito assim. Faz-se caber na palma da mão aquilo que é grande demais para deixar para trás.

miúda* às 01:10

Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011

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Eu e a minha tendência destrutiva de fazer o que me aquece o coração.

É no meio do caos que nasce a maior das ordens. No reerguer dos muros que julgavamos desfeitos, no encontrar dos pedaços que pensavamos perdidos e no construir das vidas que consideravamos extintas.

Um viver no presente, sentado no passado de frente para o futuro.

 

miúda* às 16:29