“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Domingo, 30 de Outubro de 2011

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Porque que é que, mesmo já tendo acabado o curso, quando saio à noite e dou de caras com um ex-prof quase da minha idade por entre bares, gente e algum álcool e nos cumprimentamos com dois beijinhos fico vermelha até à raiz dos cabelos e me sinto com vontade de enfiar num buraco? 

 

 

miúda* às 22:42

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Há noites que não matam mas moem.

É o frio que parece estar em cada particula que nos rodeia, ou as gentes deambulantes em garganhadas sonoras auxiliadas por uma qualquer carrafa de bebida ou copo em riste que completam o ambiente.

Hoje era eu em mim mais desprendida que o costume, só isso.

Sentadas na mesa do canto vem um desconhecido oferecer-nos duas cervejas fechadas e perante o ar intrigado de ambas vai para a sua mesa com os amigos tão repentinamente como tinha aparecido.  

O álcool que desce goela abaixo em goles semi controlados apenas para deixar o corpo e a vontade suficientemente leves para me deixar inebriar na multidão.

Danço, rio, sou feliz e entranho-me naquele lugar.

Há momentos em que é preciso sair do nosso ambiente para viver um pouco mais para além do suposto comum.

 

miúda* às 21:56

Sexta-feira, 30 de Setembro de 2011

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Há já muito tempo que não saia até de manhã, e soube-me bem uma noite assim, dançar, rir, descontrair e sorver o ambiente.

Quase que sentia falta daquele reboliço de estudantes, animados em conversas paralelas, num emaranhado de gente como só aquela parte da cidade sabe ficar nesta altura. Nem acredito que terminei o curso e já não faço parte daquilo. 

Contudo, ao entranhar-me cada vez mais naquele ambiente, afinal não lhe sentirei assim tanto a falta. Passar pelas miúdas e miúdos que parecem ter acabado de sair das saias dos pais e já estão ali vestidos e a comportar-se como "gente grande" de copo na mão, mete-me confusão. Elas nos seus saltos altissímos, muito maquilhadas e dentro de pedaços de pano que deixam mais à mostra do que aquilo que tapam não é normal. Eu, de sapatilhas, calças de ganga e t-shirt fui mais vezes chamada de caloira ontem que muitas daquelas raparigas que lá estavam a começar a gozar o seu tempo de estudante disfarçadas de mulheres.

Como dizem "momentos que passam, saudades que ficam", mas só de algumas coisas.

 

 

miúda* às 18:30

Terça-feira, 21 de Junho de 2011

Após turtuosas noites em frente ao pc até ás 3h, 4h, 5h da manhã  e a levantar-me ás 7h da manhã, de muito cansaço e amuos e lágrimas de raiva uma parte já está.

Falta o resto.

 

miúda* às 23:25

Sexta-feira, 24 de Dezembro de 2010

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Olho para o relógio que marca já quase quatro da manhã.

Perco-me sempre nas horas quando fico a trabalhar no computador até tarde. A noite sabe-me bem assim, perdida algures com o cérebro em funcionamento a meio termo em qualquer coisa de útil que não as parvoíces que me saltitam cá dentro. Afinal cá dentro tudo não passa de uma grande confusão.

Tiro tempo para as precedências quando o sono teima em vir mas o cansaço acusa lentamente no corpo moído. Amanhã é véspera de Natal. Mal dei conta que o tempo tinha passado. Por qualquer motivo que desconheço perdeu-se algures uma espécie de magia natalícia que contagia tudo à sua passagem. As ruas estão quase despidas, os corações estão sem calor e o espírito não entrou.

Talvez amanhã ele chegue. Por hoje está tudo muito vazio e desprovido de emoções.  

miúda* às 03:49
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