“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Sexta-feira, 11 de Maio de 2012

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Colocas-te na prancha das palavras.

Dizes o que tens a dizer sem floreados nem adjectivos. Só é preciso ler nas entrelinhas e essas para bom entendor meia palavras basta.

E depois ou saltas ou saltas porque as palavras ditas ecoam para sempre, escondidas na consciência e à espera do momento certo para retornar. 

 

 

miúda* às 11:10

Quinta-feira, 09 de Fevereiro de 2012

E digo tantas vezes quando quero ficar calada, saem tão de rajada que quando eu vou por elas já vão longe, é o vê se me apanhas.

E quando quero dizer nem uma me sai, tornam-se diabretes cerebrais aos pulos na minha cabeça a gozar comigo!

 

miúda* às 01:18
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