“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Segunda-feira, 01 de Agosto de 2011

 

A 1 de  Agosto e consegui ter ido duas vezes à praia. O resto do mês não me parece que vá mais.

Raios parta isto, era suposto ser as minhas últimas férias grandes, curtidas à grande, apanhar sol e ficar com aquele tom que adoro. Afinal não, vai ser um verão a fazer publicidade à lixivia de quem nao vê nem um pingo de sol e enclausurada em casa!

Não há direito!

 

miúda* às 11:02

Terça-feira, 26 de Abril de 2011

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Sai um diazinho assim refastelada ao dolce far niente para a mesa um com extrema urgência!

 

miúda* às 23:42
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Quarta-feira, 01 de Setembro de 2010

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Às vezes acho que os regressos são mais penosos que as partidas.

Habituo-me bem demais aos cantos recentemente descobertos, às caras novas e aos novos desconhecidos que se cruzam comigo quando caminho firme na estrada de um dia.

Vai-se e a vida contrai-se e tudo o que foi ou é fica serenamente em stand-by à espera do que será ao voltar.

Mas a vida, afinal, dá voltas e voltas e quebramos caindo de joelhos no chão, perante uma insana coincidência qual perseguição violenta do assassínio do nosso coração no retiro espacial que tomamos.

Muda-se de espaço, de tempo, de memória mas ele vai.  

Vai silencioso para onde vamos. Cala-se e mira a presa á distância segura de não ser visto.

Os estragos estão feitos. O coração está despedaçado, a garganta trancada a nós firmes e os olhos secos de qualquer gota pendente.

É um espicaçar que prende e castiga e dá esperança enquanto bate e amordaça o sentimento.

Desta vez talvez quisesse regressar tanto quanto queria partir. Porque se aqui o espaço é pequeno demais para nós dois, lá era doloroso demais.

Resta a vontade de partir novamente para parte incerta desta vez, onde saiba que o coração fica seguro do que os olhos não alcançam mas o sentimento pressente.  

Por agora assento na lembrança da pele morena, do sol quente beijando-me o corpo enquanto flutuava ao sabor do mar e dos pés enterrados na areia a cada passo apenas por caminhar. A vida é feita destes instantes e presença ou ausência de quem quer que seja nos pode atingir da mesma forma sem que o permitamos...

Um regresso é apenas um voltar e cabe-nos virar a página e escrever um novo encadear de palavras...

 

miúda* às 14:10
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Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010

 

Tempo de pausa.

A vida é nada mais que um intervalo que vamos tirando à morte. E nesse espaço de tempo gozamos a oportunidade de sorver os momentos com a maior intensidade que conseguirmos, mais que um dever é uma ordem directa. 

Por agora uma ausência de cena, sol e mar como cenário de fundo longe das luzes do meu palco comum.

Até logo ou até Setembro, porque um adeus é sempre tempo demais.  

 

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miúda* às 00:49
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