“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Quarta-feira, 16 de Maio de 2012

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Apaguei um ano inteiro de posts. Nem me tinha apercebido da tralha que se acumula em tantos textos.

Deixou de fazer sentido tê-los aqui, e até há tantos mais para apagar. Já não se sente o que se sentia naquela altura. Em algum ponto há uma viragem.

Com quatro anos de posts e de vida aqui retratados, acho que até eu já me cansei de mim.

Uma paragem na escrita ou somente um até já.

Talvez eu volte um dia, afinal nunca nada é definitivo.

 

 

 (novo blog através daqui: miuda_s@sapo.pt)

miúda* às 21:13
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Nas últimas semanas após a picardia mútua que se tem criado, num acesso de loucura sem qualquer vestígio de pensamento antes de falar acedi a ir tomar café.

Conversa que fluía, afinidades que se descobriam e quanto mais falávamos e nos dávamos bem mais eu sentia acender todos os alertas vermelhos que a minha intuição possuia e não possuia.  

Parece que não interessa se a vida me põe alguém no caminho, eu vou sempre arranjar mil e uma coisas que me impedem de deixar entrar a pessoa no meu mundo mais que aquela distância de segurança do “olá, tudo bem e adeus”.

Não há ninguém que eu conheça que me faça abrir a porta ao que sou.

Estou estragada, arrancaram-me algures uma qualquer peça que me permita ligar a alguém.

 


Domingo, 13 de Maio de 2012

le sigh

Não sei qual dos dois seria mais maluco.

Eu por si só no meu estado normal ou o alguém capaz de perceber tal loucura.

 

miúda* às 17:18
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what's your mantra? / Meredith Winn

Eu já vou tão poucas vezes à farmácia porque razão tem de lá estar sempre aquele cromo a atender quando preciso de ir?

Estão várias pessoas a atender mas por obra da coisa parva ele fica sempre livre para atender o cliente seguinte na minha vez. Até parece que faz de proposito, assim que me vê entrar esboça logo um sorriso a olhar-me de soslaio, ao estilo qual será a vergonha que me fará passar.  Desta vez foi por por causa duma pergunta que fiz relativamente às horas a que o medicamento tinha de ser tomado.

Detesto aquele cromo, qualquer dia deixo definitivamente de ir àquela farmácia.  

 

miúda* às 12:21
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2012

womaan :)

Toca o telemovel, uma mensagem.

Olho o remetente e quase que imagino o conteúdo sem ser preciso ler. Uma tentativa de estabelecer contato numa conversa de circunstância que corto de entermeio e que acaba sempre a falar do tempo.

Já perdi a conta às vezes que o fiz e ele já sabe de cor a resposta que irei dar quando ele me convida pela enésima vez para café. Nunca lhe aceitei um convite e nunca estivemos juntos para lá das meia dúzia de vezes em que fomos forçados a conviver entre amigos.

Por muito boa pessoa que ele possa ser à qualquer coisa que me faz afastar dele com a mesma gana que ele se tenta aproximar de mim.

Não o quero magoar, mas não me posso forçar a sentir o que não sinto.

As minhas intuições e escolhas deixam sempre a desejar.

Peço tanto por amor e depois continuo a fugir o mais que posso a quem me quis entregar o coração de bandeja.

Estas coisas do amor são uma treta. Só se devia gostar de quem gostasse de nós.

 

miúda* às 15:23
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