“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Terça-feira, 24 de Maio de 2011

 

A meio da conversa que tinha com o colega de trabalho, olha para mim numa tentativa de espicaçar e professa que as mulheres bonitas são burras, é-lhes suficiente ser bonitas.

Não me considero bonita mas percebi perfeitamente a entoação que me dirigia. Permaneço ausente e incólume como se não fosse nada comigo. Continuarei a responder-lhe-ei tal como tenho feito até aqui quando ele me pergunta algo: “Não sei, não faço ideia”. Porque não sou obrigada a saber a legislação portuguesa de cor e salteado. Porque não tenho de dar quando me rotulam automaticamente de ser oco.

Não me interessa que esteja a ser avaliada, não quero saber se a minha nota depende dele. Quando merecem o meu trabalho dou-o nem que tenha de dar três voltas ao mundo e vir. Às restantes levam a burra que pediram e a mais não sou obrigada que ninguém me paga para lá estar.

 

miúda* às 21:14
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Terça-feira, 17 de Maio de 2011

Escrever apenas para poder dar trabalho aos dedos quando o corpo tem de estar mas o resto está longe.

Sai de mim e não voltei. Deixei o corpo oco a marcar presença na obrigação que não se pode contornar.

Há locais onde não nos sentimos. Este é um deles.

 

miúda* às 09:31

Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2010

 

Tenho a ponta dos dedos e a ponta do nariz gelados desde que acordei.

Segundo os entendidos hoje ainda mal começou e até sexta vai ser sempre a descer.

É assim neste dias em que o vento quando passa parece que nos corta o coração que adoro sair para trabalho de campo no exterior!! Há lá dias melhores? 

Vou sair para trabalho de campo, será que se andar nas obras embrulhada até cima numa manta alguém vai reparar?? :p  

 

miúda* às 09:53
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Terça-feira, 16 de Novembro de 2010

Hair speaks

Por vezes os dias custam a passar.

Os próximos dos próximos meses, avizinham-se uma semi tortura de quem tem dificuldade em ocupar o tempo numa sala envidraçada em que é preciso passar uma espécie de ideia que se trabalha quando não nos dão nada para fazer.  

Odeio tempos mortos.

Detesto quando navegar na net já se torna uma porta fechada em vez de uma janela aberta.

Um clima de cortar á faca parece invadir o espaço demasiado amplo, até se tornar apenas num incómodo inexplicável de quem tem de estar.

Devia haver uma espécie de botão para carregar e fazer o tempo dar saltos sem que tivéssemos de passar por certas prestações.

 

 

miúda* às 09:28
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Segunda-feira, 11 de Outubro de 2010

Livejournal zeitgeist. - Page 510 - 2 dark Park Forum

miúda* às 18:06
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