“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Terça-feira, 20 de Março de 2012

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Traiu o marido, ele sabe.

Pergunta à mãe se pode regressar a casa dela. Esta recusa e manda-a voltar para a sua casa.

Diz à mãe que jamais conseguirá viver a vida toda com um homem que não ama, mas regressa a casa e ao marido. Ambos fingem que está tudo bem. E, assim, vivem os três: ela, o marido e o fantasma do "não-amor".  

Dizem-me tantas vezes para me deixar amar que o meu sentimento há-de vir depois, mas é perante os casos reais que tomamos noção da dimensão das teias que vivemos. Não temos vida suficiente para cometer os erros todos, há que sugar algumas aprendizagens dos que outros cometem. E eu não quero viver com um não-amor, eu quero um amor inteiro, porque sou suficientemente egoista para  não me bastar o amor do outro, eu quero um meu, cá de dentro do coração, todo ele para lhe dar e corresponder.

 


Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011

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Aprende-se sempre. Seja com dor, com lágrimas ou com gargalhadas sonoras propagadas na vida.

Louca, livre e um pouco mais quando se me solta o coração pela calçada fora, comigo a correr para o alcançar. Ainda sou daquelas que às vezes precisa de cometer o mesmo erro várias vezes para seguir em frente. Nada nem ninguém paga o que se sente e talvez por isso sejamos felizes à nossa maneira erronea. 

O picante que nos dá gosto é o mesmo que nos faz chorar quando passamos as mãos sujas pela cara.

Não há nada que não se goze e não há vidas que não se vivam.

 

 

miúda* às 23:44

Terça-feira, 30 de Novembro de 2010

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Às vezes penso que deviamos saber o futuro com a mesma precisão com que sabemos o passado: nublado e com falhas de memória em que apenas se considera o que achamos relevante.

Comete-se erros quase que propositadamente numa tentativa de provar que estavamos certos quando na realidade nunca estivemos nem perto.

Aquela sensação de batalha contra a consciência e a razão, como se o coração fosse senhor das leis. Nunca é, na maioria dos casos.

Por vezes apetece somente pisar a linha.

Beber café quente, aquecer as mãos na chávena até queimar e a seguir saltar rumo ao abismo só porque sim.

Há impressões impagáveis. E eu gosto de as viver o mais que posso.

 

 

miúda* às 17:58
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Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010

“Cometi o mesmo erro duas vezes… cometi demasiados erros, demasiadas vezes, de cada uma das vezes que cometi o mesmo erro.

Cometi o pecado de me entregar, cometi o pecado de mendigar, cometi o pecado de quase amar.

Cometi o mesmo erro duas vezes… cometi demasiados erros, demasiadas vezes, de cada uma das vezes que cometi o mesmo erro.

Cometi a fatalidade de abraçar, cometi a fatalidade de beijar com ardor, de gostar com amor, de me deixar levar pelo desejo, de me deixar levar pela emoção, cometi a fatalidade de ouvir o coração abafando assim a razão…

Cometi o mesmo erro duas vezes… cometi demasiados erros, demasiadas vezes, de cada uma das vezes que cometi o mesmo erro.

Cometi o mesmo erro duas vezes e por isso choro de novo, esperneio de novo, praguejo de novo… e estou só de novo…”

daqui

 

 

 

miúda* às 15:30
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