“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011

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Há sempre um pormenor nos homens que me chama mais à atenção e me mexe mais com os sentido que aquilo que gosto de admitir.

 

miúda* às 00:54
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Terça-feira, 01 de Novembro de 2011

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É esta vontade que não me sai do peito. Loucura que me controla a mente e me pede e me ordena e me quer.

Uma pele sedenta daquele sal e suor que mexe comigo e me tira do mais sério que penso ser, num capricho a que resisto, ou tento com todas as forças resistir.

Flashes que me atormentam, do que não é, nunca foi e não quero que seja.

É carência, ambição e fome daquela droga feita carne e desejo que me sacia a demência com que luto cá dentro.

Um fogo que me pede que o faça arder e queimar num desejo tão consentido de ambas as partes.

Maldita luta inglória esta, sem bandeiras brancas de rendição quando a luta se trava a paixões indolentes.

 

miúda* às 00:03

Domingo, 23 de Outubro de 2011

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É vontade, fraqueza ou mero desejo que se segura na palma da mão num trejeito indeciso? Juro que nunca hei-de perceber o que nos move e impele a agir assim ou assado.

Sabe-se o que faz mal e o que faz bem, o que dói e o que nos arranca o brilho e mesmo assim assentimos a passar por tudo como que a confirmar que se sente mesmo tudo e mais alguma coisa.

É mentira, que o fazemos porque tem de ser e por força das circunstâncias. Isso é o que dizemos aos outros tentando mentalizar-nos a nós disso.

Agimos para perceber se somos teimosos o suficiente para ambicionar e tornar real o que sabemos de antemão que está certo ou errado.

É tudo uma questão de logística sentimental num tocar para crer.

E na maioria das vezes passa-se a acreditar, pode é não ser no desejado tão afincadamente.   

miúda* às 20:27

Sábado, 07 de Maio de 2011

 

Porque gosto, me tira do sério e me mexe com os batimentos cardíacos.

Não sei imaginar o desejo em mim, como será, com quem e quando, mas há momentos, pessoas e instantes em que tudo se resume a um acontecimento único no regaço de um peito completo.

 

miúda* às 23:31

Quarta-feira, 21 de Abril de 2010

Agitar veloz do sangue num coração irregular que bate descontrolado.

Uma pulsão do corpo que exala o desejo que não consegue esconder. Turbilhão no meio da multidão num mistura de odores e jeitos a que pareço responder. Mas é forte e eu fraca. Porque sinto, porque quero.

Escuridão singular da alma que subsiste num fantasma imortal que vai corroendo aos poucos o laço de inocência que me ata.

O que quer se que faça ou sinta está errado e certo numa antítese de quereres. Pontos-chave de tesão carnal para lá do palpável em sonhos e quimeras.

Queda no mergulho íngreme das palavras que destroem o que o corpo não consegue ocultar. São meros tremores cativos que propagam no vazio o amargo travo da impotência de esticar o braço e sorver a pele que se estende mas que está tão distante como o céu do mar.

 

 

miúda* às 17:55
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