“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012

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Tinha saudades de ir ao cinema.

Este filme só me faz sentido visto no cinema.

 

 

miúda* às 01:14
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Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2011

Fui ver este filme ontem. Não era para comentar, serviu de acompanhamento ao gelado (devo ser a única alminha que no cinema come gelado em vez de pipocas) e entretinha o Johnny Depp. Cinema é cinema e eu gosto. Mas ao ler este post constatei pontos chave na minha definição do filme que me ficaram gravados. Estas palavras quase que podiam ser minhas.    

miúda* às 17:49
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Sexta-feira, 03 de Setembro de 2010
 

 

Vai-se ao cinema.

O filme termina, sai-se e um música fica a ecoar na cabeça. As melhores memórias são as que um simples som consegue libertar como se fosse um clic.

Associa-se a pessoas, a vidas, a instantes ou tão somente ao mais banal possível quando o impossível é longe demais.

O que podia ser mais musical que a vida? São notas a saltar de uma pauta para outra enquanto se tropeça na velocidade e nas pausas que tantas vezes parecem incapazes de segurar.

É só mais uma nota, e só mais um dia.

Amanhã logo se vê o ritmo a que o coração balança.

 

 

 

 

miúda* às 20:47
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

 

Sam Taylor-Wood

Estou numa sala de cinema.

É intervalo e o silêncio da sala quase vazia é ensurdecedor. Tento concentrar-me num qualquer foco de pensamento que me desligue do turbilhão de sentimentos que me assombram. Sou somente eu numa dualidade de reacção imprevisível, na corda bamba de um querer.

Há histórias que nos tocam na ferida da mágoa e nos empurram para trás num despertar lúgubre de fantasmas austeros.

E nisto uma serena lágrima parece querer brotar até me percorrer a face seguida de mais uma e mais outra que caem quais pingos de melancolia nas minhas mãos fechadas pulsando de raiva.

É só uma vida e tão pouco tempo para viver o que merece ser vivido. Uma mera folha de papel em branco nas lacunas de um espaço temporal inexistente no entrelaçar das tantas vidas que se nos enrodilham cada pedaço de carne.   

 

 

miúda* às 23:31
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