“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Quinta-feira, 15 de Março de 2012

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As escolhas trazem-nos onde tinhamos de estar.

Não se sabe se foi por acaso, num colmatar de escolhas certas ou erradas, porque o bem de uns é o mal de outros.

Apenas se sabe que se estamos onde estamos é porque era exactamente aqui que deviamos chegar... daqui só para o que virá.

 

 

miúda* às 09:06

Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

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Às vezes sufoca-se com o ar irrespirável exalado de um corpo solitário numa cama desfeita.  Há mais vida depois disso e ninguém fica à espera do que não prometeu voltar.

Há lugares onde não se deve voltar. Ele é um deles.

Sempre lhe chamou miúda mas nunca conseguiu ser homem suficiente para a tornar mulher.

Precisa crescer, tornar-se homem e não cometer os mesmos erros. As mulheres querem homens com futuro e ele arrasta o passado consigo. Tem de o largar e atirar-se à vida. 

As coisas boas da vida estão á distância de um querer. Ela quer o dela e ele já não passa por ele.

 (escrito a 12.11.2011)

miúda* às 00:08

Quarta-feira, 04 de Janeiro de 2012

 

Detesto quando tenho de voltar a tentar... Nunca tem o mesmo impacto e com o passar do tempo tem têndencia para a impotência da concretização.

 

 

miúda* às 16:47

Terça-feira, 03 de Janeiro de 2012

Na teoria é tudo um máximo, brilhante, fantástico, maravilhoso.

Na prática é uma caixa de ferramentas sempre á mão, um nó no estômago do que é que vai dar e uma caixa de primeiros socorros a jeito por vi das dúvidas.

O caminho entre ambos é o problema.

miúda* às 00:23
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Segunda-feira, 21 de Março de 2011

Everything the Body Wanted

Há caminhos com ir e voltar e dores com vir e passar.

Interessa nunca parar de sentir o sangue correr nas veias quase que apertadas para tanta força. O amor que se sente vibrar de liberdade e desconexão pessoal é insuficiente. Não basta para caber confinado em cada traço de pele.

Olhar para tudo o que nos deixa mudos e sentir que é preciso voar para sair daqui. Imaginar uns braços de porto seguro que nos apertem cada grupo de músculos que nos completam para aguçar a imaginação.

Uma plenitude ausente, inconsciente e serena de um chão que já não suporta o peso de cada passo firme rumo ao desconhecido. Passos que não dou e vazios que não sei preencher.

Caminha-se. Shiuuu ninguém sabe para onde.

 

 

miúda* às 23:16