“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Domingo, 13 de Maio de 2012

what's your mantra? / Meredith Winn

Eu já vou tão poucas vezes à farmácia porque razão tem de lá estar sempre aquele cromo a atender quando preciso de ir?

Estão várias pessoas a atender mas por obra da coisa parva ele fica sempre livre para atender o cliente seguinte na minha vez. Até parece que faz de proposito, assim que me vê entrar esboça logo um sorriso a olhar-me de soslaio, ao estilo qual será a vergonha que me fará passar.  Desta vez foi por por causa duma pergunta que fiz relativamente às horas a que o medicamento tinha de ser tomado.

Detesto aquele cromo, qualquer dia deixo definitivamente de ir àquela farmácia.  

 

miúda* às 12:21
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Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011

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A+B: "Que curso é que tiras-te?"

C: "Saúde Ambiental"

A+B: "Nota-se, quando tu passas percebe-se cá uma saúde" (risos e sorrisos cúmplices)

 

Sem comentários.

miúda* às 00:58

Quinta-feira, 11 de Agosto de 2011

Memorando futuro: não voltar a ir à farmácia comprar vaselina liquida para por nos moveis, põe-se pronto que o efeito vai lá quase dar.

Farmácia cheia, quatro mulheres e um homem a atender e tinha logo de calhar ser atendida pelo gajo. Eu bem que torci para ele não dizer "seguinte", mas com a minha pontaria olhou para mim e disse. Faço o pedido, olha-me com ar de gozo e um sorriso divertido enquanto me atendia não se poupando a dizer “o que quer fazer com um litro de vaselina líquida é consigo, tem muitas utilidades”. A farmácia inteira a olhar para mim, eu corada até à raiz dos cabelos e a desejar um buraco e o gajo divertidíssimo ainda pergunta se quero recibo e em que nome! Nunca me pergunta se quero recibo quando lá vou aos medicamentos, mas a vaselina deve requerer tratamento específico e solicita recibo atrelado! Raio do gajo!

miúda* às 00:13

Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

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A minha pretenção natural para passar vergonha persegue-me onde quer que eu vá.

Uma rua cheia de gente, escolho uma ao acaso para perguntar indicações e qual não é o meu embaraço ao constatar que a senhora era muda. Continuo e lá descobro o sitio que procurava. Avisto um café, olho para o relógio e entro a ver se mato tempo até à hora da reunião. Após 15 minutos especada em frente ao balcão a ouvir senhoras a um canto a conversar e à espera que se dignassem a vir-me atentender. Ao terceiro "já vai" saio do café perante as bocas de gozo de uns putos que lá estavam sentados a topar a cena.

Estas coisas só a mim. Já é sina.

 

miúda* às 23:13
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Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010

 

Estou num bar com amigos, de repente sinto um braço a puxar-me e um rosto a vir na minha direcção para me cumprimentar. Miúda Maria olha para o ser ET excessivamente próximo e responde apressadamente: “Mas eu não te conheço!!”

Toda gente começa a olhar para mim, eu olho bem para o rapaz e tlim tlim fez-se luz na minha cabeça e afinal eu conhecia mesmo o rapazinho. Ai se eu tivesse um buraco naquele momento… mas eu não tive culpa, estava escuro e ele apareceu-me do nada com demasiada confiança… Não o via à imenso tempo. Pronunciei-me em mil desculpas, mas nunca se esquece totalmente uma coisa destas.

Juro que ainda gostava de perceber a minha tendência inapta para ser a pessoa mais distraída que conheço…

miúda* às 13:29
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