“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Quinta-feira, 21 de Julho de 2011

Aos poucos aprende-se o que é saudade. Fica um vazio no peito sem saber bem o que falta.

São planos que vão saindo tímidos dos sonhos querendo mais do que se tem, projectando mais do que existe.

Quer-se como nunca se quis, enrodilha-se a mente e manda-se embora a compreensão que desdiz o que a boca fala a medo mas que os olhos já não sabem negar.

Jura-se que ainda se é imune mas não se é. Já não. Uma excepção tumultuosa que nos ameaça com um bichinho do medo que se instala para ficar.

Daqui para a frente é sentir de peito aberto às intempéries que batem fortes de frente mas da qual não se consegue fugir.

 

miúda* às 00:10

Domingo, 03 de Julho de 2011

Querer pular para uns braços abertos com a mesma sofreguidão com que se pula para a vida.

Sugar o ar do peito num assumir das cartilagens de cristal que fazemos questão de guardar religiosamente em cada vestígio de gélido gostar.

Vaivém de balancé palpitante num shiuuu de inocência perdida rasante da ambição consentida.

Porque há medo no reverso, sempre mais forte que o que se supõe.

 

miúda* às 23:55
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