“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

Fashion on Boxnutt.com

Devemos tudo à educação que nos é dada.

Mas há momentos em que ser politicamente correcta nos deixa a ferver por dentro. Amordaça-se a vontade de soltar meia dúzia palavrões feios por entre umas quantas verdades sob uma bofetada bem acente.

 

miúda* às 00:08
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Domingo, 13 de Maio de 2012

le sigh

Não sei qual dos dois seria mais maluco.

Eu por si só no meu estado normal ou o alguém capaz de perceber tal loucura.

 

miúda* às 17:18
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what's your mantra? / Meredith Winn

Eu já vou tão poucas vezes à farmácia porque razão tem de lá estar sempre aquele cromo a atender quando preciso de ir?

Estão várias pessoas a atender mas por obra da coisa parva ele fica sempre livre para atender o cliente seguinte na minha vez. Até parece que faz de proposito, assim que me vê entrar esboça logo um sorriso a olhar-me de soslaio, ao estilo qual será a vergonha que me fará passar.  Desta vez foi por por causa duma pergunta que fiz relativamente às horas a que o medicamento tinha de ser tomado.

Detesto aquele cromo, qualquer dia deixo definitivamente de ir àquela farmácia.  

 

miúda* às 12:21
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Sábado, 12 de Maio de 2012

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Dizem à boca cheia que tudo o que conseguimos na vida depende de nós e das nossas ações mas para tudo na vida é preciso uma certa dose de sorte.

Pode-se estrebuchar, esfolar joelhos e cotovelos ou perder a voz de tanto gritar porque no fim de contas é aquela grama de sorte ou azar muda tudo. E não lhe podemos fugir. Nem contornar nem passar longe. Porque a vida é isto. Dependemos do que não controlamos.

Pode haver quem não acredite, almas ingénuas que procuram na racionalidade o que não tem explicação. A essas eu sorrio e continuo porque também eu já fui assim.

É uma sina que nos molda e quando não é para ser não adianta quantas vezes fazemos das tripas coração porque o destino troca-nos as voltas antes mesmo que tenhamos tempo de lhe baralhar as cartas.

 

miúda* às 13:01
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Sexta-feira, 11 de Maio de 2012

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Colocas-te na prancha das palavras.

Dizes o que tens a dizer sem floreados nem adjectivos. Só é preciso ler nas entrelinhas e essas para bom entendor meia palavras basta.

E depois ou saltas ou saltas porque as palavras ditas ecoam para sempre, escondidas na consciência e à espera do momento certo para retornar. 

 

 

miúda* às 11:10