“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

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Quando ele me disse que hoje iria receber uma encomenda de Dia do Namorados pensei que estivesse a brincar. Não lhe tinha dado a minha morada, sempre lhe exclui qualquer sentimento para lá de amizade e mantive uma distância segura.   

Mas ao perceber que havia mesmo uma encomenda, e perante as respostas esquivas de como tinha descoberto onde eu morava, acedeu ao meu ultimato e disse-me ter ido ver a morada ao currículo que enviei para me candidatar à empresa onde ele também trabalha.

Entre as flores, as tentativas de me convencer a ir ter com ele, querendo mandar-me o bilhete de avião, as sms em pânico se eu estou chatiada porque não lhe respondi, as chamadas para a minha amiga a perguntar se estou bem só porque não lhe respondi a uma mensagem e a encomenda de S. Valentim não conseguiu mais que um acumular que me assusta e impele a cortar até com a amizade de circunstância que lhe sentia.

Tudo isto não pode ser saudável, eu não estou a ser paranóica... Ninguém se apaixona assim tão loucamente por uma pessoa que viu duas vezes na vida...

 

miúda* às 09:13
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