“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Domingo, 30 de Outubro de 2011

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Há noites que não matam mas moem.

É o frio que parece estar em cada particula que nos rodeia, ou as gentes deambulantes em garganhadas sonoras auxiliadas por uma qualquer carrafa de bebida ou copo em riste que completam o ambiente.

Hoje era eu em mim mais desprendida que o costume, só isso.

Sentadas na mesa do canto vem um desconhecido oferecer-nos duas cervejas fechadas e perante o ar intrigado de ambas vai para a sua mesa com os amigos tão repentinamente como tinha aparecido.  

O álcool que desce goela abaixo em goles semi controlados apenas para deixar o corpo e a vontade suficientemente leves para me deixar inebriar na multidão.

Danço, rio, sou feliz e entranho-me naquele lugar.

Há momentos em que é preciso sair do nosso ambiente para viver um pouco mais para além do suposto comum.

 

miúda* às 21:56