“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Sábado, 25 de Junho de 2011

Dantes era o constante circundar de atenção. Agora simplesmente quase que ignoro, é como se o corpo mecanicamente me controlasse.

Uma excepção que me circunda daquilo que fui e me fez ser nos últimos quatro anos. Tem sido assim, perdi a capacidade de lhe prestar inteira vassalagem e ámen.

Ali tão próxima dele mal o vejo e vou seguindo a entremeio pelo canto o olho a tentativa dele ver quando vou anuir e cai-lhe. Resta-lhe as bocas atiradas ao ar numa tentativa de me espicaçar. Fervo de raiva por dentro e respondo levemente sem grande gasto. As coisas e as pessoas têm a importância que lhes queremos dar. Eu? Eu fiquei cansada. Se nestes anos não me soube dar valor eu finalmente dei-o a mim mesma.

O que não nos mata torna-nos mais fortes e no coração corre-me a adrenalina de querer ser feliz.

Foi um ponto. O derradeiro, em final de página.

 

 

miúda* às 00:33

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