“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Quinta-feira, 09 de Junho de 2011

A ansiedade do que começa e acaba contrasta sempre com o burburinho do entremeio.

Sufocam-nos as incógnitas do que nos remenda a ligação ao mundo.

Linhas distintas e rectas do que não se sabem contorcer para ceder. Antes quebrar.

Sempre o ponto fixo que se move por si numa agulha retorcida e gasta de embalo pela esperança do que virá.

Finos traços sujos e gastos remetidos às pinturas de guerra dum dormir profundo.

 

miúda* às 16:29