“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Sexta-feira, 30 de Setembro de 2011

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Há já muito tempo que não saia até de manhã, e soube-me bem uma noite assim, dançar, rir, descontrair e sorver o ambiente.

Quase que sentia falta daquele reboliço de estudantes, animados em conversas paralelas, num emaranhado de gente como só aquela parte da cidade sabe ficar nesta altura. Nem acredito que terminei o curso e já não faço parte daquilo. 

Contudo, ao entranhar-me cada vez mais naquele ambiente, afinal não lhe sentirei assim tanto a falta. Passar pelas miúdas e miúdos que parecem ter acabado de sair das saias dos pais e já estão ali vestidos e a comportar-se como "gente grande" de copo na mão, mete-me confusão. Elas nos seus saltos altissímos, muito maquilhadas e dentro de pedaços de pano que deixam mais à mostra do que aquilo que tapam não é normal. Eu, de sapatilhas, calças de ganga e t-shirt fui mais vezes chamada de caloira ontem que muitas daquelas raparigas que lá estavam a começar a gozar o seu tempo de estudante disfarçadas de mulheres.

Como dizem "momentos que passam, saudades que ficam", mas só de algumas coisas.

 

 

miúda* às 18:30

lonely | lovelessramblings.tumblr.com

 

Às vezes, quando me perco em mim a tentar encontrar-me, penso.

 

miúda* às 01:06

Quinta-feira, 29 de Setembro de 2011

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Sou tão corajosa para umas coisas e para outras, tão simples, que envolvem sentimentos por definir pareco um saco de papel donde alguém resolveu sugar o ar.

 

miúda* às 22:12
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O HF disse-me que muitas vezes confundimos momentos com pessoas. Talvez ele esteja certo.

Há sempre mais que isso naquela espécie de tendência cega de associar cheiros ou sons ou sabores ou imagens a tudo o que é real e palpável como nós Homens. É quase que inerente fazer a ligação. Parece que quando voltamos sozinhos àquele pôr-do-sol ele não tem o mesmo sentido porque agora não está quem o partilhou connosco da primeira vez, mas ele faz.

É o que sentimos que faz as acções cravarem a ferro quente o momento na memória, o sol é apenas um pormenor adicional tal como qualquer corpo que ali tenha partilhado a dois uma sensação. Onde quer que se esteja sentir é o momento.

Amamos, odiamos, queremos ou repelimos o que nos causa sentimentos, os momentos são apenas um espaço temporal que se guarda nas gavetas da vida para sentir de novo sempre que quisermos.  

 

miúda* às 00:43

Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011

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Linha de vida. Viver tudo a que se tem direito.

Bip Bip Bip... Piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

 

 

miúda* às 00:53
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