“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

Perfil

//mais sobre mim

Arquivo

Posts

Domingo, 24 de Julho de 2011

Disse-me ela “já mereces ser feliz, depois de tudo o que passas-te tu mereces muito

E eu fico em mim, escondida no meu casulo entreaberto achando que sim, eu tenho de ser feliz.

 

miúda* às 01:48

Sábado, 23 de Julho de 2011
miúda* às 02:12
tags: , ,

É oficial, ou quase. Quando entramos em casa e dizemos “pais tenho um namorado” parece que o nosso mundo entra em transe e entramos numa espécie de sonho. Juro que me sinto uma criança pequenina que se prepara para revelar um segredo.

Já não há volta a dar, não se está mais naquele lusco-fusco de meio-termo que não se sabe onde irá parar. Tudo adquire uma nova dimensão. Para mim adquire. Olho-os qual bola de ping-pong de um lado para o outro tentando descortinar o que lhes vai na cabeça. A minha mãe séria a um canto e o meu pai no seu discurso que quero sempre ouvir atentamente…

Por agora o medo do primeiro impacto, do primeiro conhecer, da primeira impressão que terão… Porque para mim a opinião deles é importante, sempre foi e sempre será.

Regresso com os pés á terra. Estou no ponto em que estou porque quero. Algum motivo que me transcende faz-me querer estar e cimentar o que parecia que nunca seria capaz de fazer.

Não sei o futuro e não quero saber. Mas sei o presente e por agora basta-me.

 

 

miúda* às 01:34
tags: , ,

Quinta-feira, 21 de Julho de 2011

Aos poucos aprende-se o que é saudade. Fica um vazio no peito sem saber bem o que falta.

São planos que vão saindo tímidos dos sonhos querendo mais do que se tem, projectando mais do que existe.

Quer-se como nunca se quis, enrodilha-se a mente e manda-se embora a compreensão que desdiz o que a boca fala a medo mas que os olhos já não sabem negar.

Jura-se que ainda se é imune mas não se é. Já não. Uma excepção tumultuosa que nos ameaça com um bichinho do medo que se instala para ficar.

Daqui para a frente é sentir de peito aberto às intempéries que batem fortes de frente mas da qual não se consegue fugir.

 

miúda* às 00:10

Quarta-feira, 20 de Julho de 2011

“Como as rosas selvagens, que nascem em qualquer canto, o amor também pode nascer de onde menos esperamos. O seu campo é infinito: alma e corpo. E, para além deles, o mundo das sensações, onde se entra sem bater à porta, como se esta porta estivesse sempre aberta para quem quiser entrar.” 

 

Nuno Júdice

 

miúda* às 17:15