“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Quinta-feira, 30 de Junho de 2011

Quase quase licenciada, faltam os papéis a oficializar a coisa.

Se alguém precisar de uma licenciada em Saúde Ambiental, com CAP de formadora  e CAP de técnica superior de segurança e higiene no trabalho nível V, eu tenho muita vontade de trabalhar e estou á procura de trabalho.

 

miúda* às 16:06

Terça-feira, 28 de Junho de 2011

Não devemos olhar para trás, mas fazêmo-lo. É como se quisemos aprender com o que foi feito, mas falo por mim ao dizer que raramente levo isso adiante. Gosto de seguir com o coração na boca pronto a sentir a seu belo prazer sem ligar ao que foi dito, feito e conseguido.  Mas isso sou eu.  

 

miúda* às 13:39
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Sábado, 25 de Junho de 2011

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“Quando não nos integramos, tornamo-nos sobre-humanos. Sentimos os olhos de toda a gente fixos em nós, colados como velcro. Conseguimos ouvir um sussurro sobre nós a um quilómetro de distância. Podemos desaparecer, mesmo que pareça que ainda estamos ali mesmo. Podemos gritar sem que ninguém oiça um som. Transformamo-nos no mutante que caiu na cuba de ácido, o joker que não consegue tirar a máscara, o homem biónico a quem faltam todos os membros, mas tem o coração inteiro. Somos a coisa que costumava ser normal, mas isso foi há tanto tempo, que já nem sequer conseguimos lembra-nos dessa sensação.”

 

Jodi Picoult  in Dezanove minutos

 

miúda* às 22:38
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As decisões que tomamos ao longo da vida são sementes que lançamos ao campo independentemente do terreno.

Umas vezes caem e agarram-se formando caules e raízes fortes que vamos acompanhando de perto vendo-as dar flores, frutos ou apenas secar sem dar nada.

Outras caem em terra árida e ficam ali escondidas por tempo indeterminado. Vem uma chuvada e começam a germinar. Não sabemos o que ai vem e muito menos se nos vai sufocar quando nos envolver com os seus ramos e folhas.

Mas arrependimentos não compensam. Viveu-se e amou-se em cada minuto que se passou até à falta de ar nos consumir.

Ganha-se umas coisas perde-se outras. Tudo depende do valor que lhe damos e até onde estamos dispostos a ir para perder ou ganhar.

 

miúda* às 00:49

Dantes era o constante circundar de atenção. Agora simplesmente quase que ignoro, é como se o corpo mecanicamente me controlasse.

Uma excepção que me circunda daquilo que fui e me fez ser nos últimos quatro anos. Tem sido assim, perdi a capacidade de lhe prestar inteira vassalagem e ámen.

Ali tão próxima dele mal o vejo e vou seguindo a entremeio pelo canto o olho a tentativa dele ver quando vou anuir e cai-lhe. Resta-lhe as bocas atiradas ao ar numa tentativa de me espicaçar. Fervo de raiva por dentro e respondo levemente sem grande gasto. As coisas e as pessoas têm a importância que lhes queremos dar. Eu? Eu fiquei cansada. Se nestes anos não me soube dar valor eu finalmente dei-o a mim mesma.

O que não nos mata torna-nos mais fortes e no coração corre-me a adrenalina de querer ser feliz.

Foi um ponto. O derradeiro, em final de página.

 

 

miúda* às 00:33