“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Sábado, 30 de Abril de 2011

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Há histórias que não passam de bocados mal colados numa tentativa de concertar o que nunca bateu certo.

 

 

miúda* às 23:59
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Quinta-feira, 28 de Abril de 2011

 

Até que ponto se acredita em sinais, coincidências ou mero acaso?

A probabilidade de um acontecimento se ir repetindo tantas vezes num só dia e ficar a girar na nossa cabeça cria um nó apertado no peito enredado a dúvida.

SÍtios tão distintos, geografias tão longe e momentos tão diferentes unidos por um único ponto que parece ter entrado na nossa cabeça e não pára d se fazer ouvir.

Não me condiciono a indícios vagos de algo que nem se sabe bem. Muito menos me rejo a filosofias ensaiadas e a grandiosidades proclamadas aos sete ventos. Limito-me à simplicidade de um questionar do porque não.

Somos homens e mulheres sem nome nem pátria na busca por algo a que possamos chamar nosso. Os rostos são meras identidades mutáveis que procuramos reconhecer a cada nova personagem que se cruza.

Apenas acredito, isso basta... por agora.  

 

“What If God Was One of Us?

Just a Slob Like One of Us

Just a Stranger On the Bus

Trying to Make His Way Home”

miúda* às 21:16

No fundo esta coisas dos arrependimentos é uma treta, só Deus sabe as ganas com que fazemos as coisas às vezes.

O depois... bem o depois é a última coisa em que se pensa no antes e no durante.

 

miúda* às 14:27

Quarta-feira, 27 de Abril de 2011

"Por vezes apaixonamo-nos pela própria paixão, pelo desejo de ter sem ter, pela vontade criativa que nos cerca e ilude, mas que rapidamente se esfuma perante uma realidade crua e inacessível."

 

 

 

miúda* às 19:11

Quando percebemos que há um qualquer rasgo de cabeça cabisbaixa dá vontade de puxar e abraçar com cada centímetro de envergadura de nossos braços aquele corpo maciço maior que nós. Porque nestes momentos as proporções tornam-se dispensáveis.

E no fundo maior que a vontade desse consolo é a distância e o desconhecimento de causa que deita por terra qualquer necessidade de dar consolo sem que nos seja pedido.

As incorrespondências são um bicho papão mau, comem a saudade e expelem pensamentos ilusórios perfeitamente dispensáveis.

 

miúda* às 15:06
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