“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Terça-feira, 30 de Novembro de 2010

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Às vezes penso que deviamos saber o futuro com a mesma precisão com que sabemos o passado: nublado e com falhas de memória em que apenas se considera o que achamos relevante.

Comete-se erros quase que propositadamente numa tentativa de provar que estavamos certos quando na realidade nunca estivemos nem perto.

Aquela sensação de batalha contra a consciência e a razão, como se o coração fosse senhor das leis. Nunca é, na maioria dos casos.

Por vezes apetece somente pisar a linha.

Beber café quente, aquecer as mãos na chávena até queimar e a seguir saltar rumo ao abismo só porque sim.

Há impressões impagáveis. E eu gosto de as viver o mais que posso.

 

 

miúda* às 17:58
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Facebook  Fotos de ABZ - O

Está finalmente explicada a minha tendência inequivoca e irreversível para escolher sempre os bad boys. Houve uma altura em que pensei que era pela adrenalina que os certinhos nunca dão, afinal é porque sou parva mesmo.

Mas há sempre esperança.

E muita.

 

 

 

 

 

miúda* às 10:54
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Tanta gente a falar de frio e da neve que cai um pouco por todo lado. É facebook inundado de fotos de neve, é rádio que não fala de outra coisa a não ser da neve que os ouvintes proclamam, das escolas fechadas, das terras brancas...

Por aqui resume-se tudo a frio, chuva e vento.

Foi dos dias que mais me apeteceu ficar na cama.

Definitivamente moro no sitio errado, ou devia estar mais para norte ou então emigrar para um qualquer país daqueles com sol o ano todo!

 

 

miúda* às 09:37
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Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010

Inspiration Gallery 108 – Photography « From up North

 

(...) fui teu, foste minha. O que mais? Juntos fizemos uma curva na rota por onde o amor passou.

 Fui teu, foste minha. Tu serás daquele que te ame, daquele que corte na tua chácara o que semeei eu. (...)

Pablo Neruda

 

 

Estou finalmente em paz.

 

 

miúda* às 00:03
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Domingo, 28 de Novembro de 2010

Classy Little Style Junkie

 

Vivemos de relações com os outros.

Ligamo-nos e separamo-nos ao sabor da vida. Não precisamos saber nada para lançar a corda de um sorriso ou somente um travo amargo duma porta fechada num simples olhar.

Amigos ou mais ou menos que isso, não interessa. Acompanham-nos e depois ficam algures num cruzamento que nos separa. Estamos bem. Continuamos caminho. Eles também.

O argumento dos inevitáveis fica para o que nunca será dito. As linhas que nos cosem partem-se numa confiança que se dispersa.

A tristeza de uma mentira atracada algures na dor da perda dum dos lados, morta nos lábios que desaparecem por entre os laços desatados da mágoa.

Em guerra há sempre perdas. Esta foi só mais uma.

Sobrevivemos para contar e continuar. Lambemos as feridas, ajeitamos a carapaça e somos de novo os mais fortes do mundo.  

 

 

miúda* às 23:37
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