“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010

 

Tempo de pausa.

A vida é nada mais que um intervalo que vamos tirando à morte. E nesse espaço de tempo gozamos a oportunidade de sorver os momentos com a maior intensidade que conseguirmos, mais que um dever é uma ordem directa. 

Por agora uma ausência de cena, sol e mar como cenário de fundo longe das luzes do meu palco comum.

Até logo ou até Setembro, porque um adeus é sempre tempo demais.  

 

**

 

 

 

 

 

miúda* às 00:49
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Domingo, 15 de Agosto de 2010

imagem aqui

 

É assim tão mau da minha parte dizer que tenho amigos que pensam exactamente assim? E outros (raras excepções correspondestes a uma baixa percentagem) que felizmente não, ou pelo menos sempre me deram a entender que não!! Quanto ás mulheres, como diz um amigo meu, está muito incompleta, que mulheres "atrás" de homens é como uma vistoria, ou tem visto de aprovação na maioria dos itens mais extensa que lista de supermercado ou então nem vale a pena! É um exagerado, as mulheres não são nada assim!! :p 

 

 

miúda* às 23:57
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Sábado, 14 de Agosto de 2010

Problems, Bonding, People, Young Couple, Beautiful Couple, Serene People, Tranquil Scene, Straight, Women, Men, Boys, Couple, Male, Females, Togetherness, Looking, Fashion, Elegance, Style, Concrete, Urban Scene

Porque se nos dias de hoje me faz confusão casamentos de conveniência muito mais me faz namoros de conveniência, e para mais quando não há um motivo concreto para tal. Ao ver aquele casal poderia arriscar que têm tanto em comum e cumplicidade como dois bibelôs expostos numa qualquer estante apenas para os demais verem. Cada um em seu canto, sem olhares, sem palavras, sem intimidade, sem qualquer elo de ligação que os faça assumir sequer como amigos quanto mais como namorados. E quando lado a lado são frios, é como se faltasse ali algo quer os unisse. Conheço-os a ambos e talvez por isso me custe a assimilar o que os leva a assumirem um compromisso que apenas parece transparecer da boca para fora, como se fosse imperativo fazer um casal, mesmo que de “plástico”. Conheço os mimos dele, os beijos, as ternuras, a paixão que o move e contudo quando os vejo juntos é como se nada disso existisse nele para além de um homem ao lado de uma mulher que poderia bem ser uma desconhecida que não faria qualquer diferença.

Como dizia uma amiga comum talvez o motivo de se manterem unidos seja somente um prazer carnal quando se quer enquanto algo melhor não aparece. Há amores que nunca hei-de perceber. Talvez nem tenha sequer de o fazer. Porque simplesmente estes não têm qualquer relevância.  

miúda* às 17:40
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Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010

Há dias assim.

Vazios.

 

miúda* às 13:05
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Quinta-feira, 12 de Agosto de 2010

Há beijos que desprezamos com a mesma fúria e nojo com que negamos veemente certa comida que em crianças nos forçavam a comer.  

Mas há outros beijos que nos saciam a sofreguidão da alma. Uns que nos alimentam a sede de querer e outros tantos que despertam o mais luminoso sorriso no mais sisudo dos semblantes.

E depois há aqueles que nos são roubados num instante incerto e nos atiram para uma cómica dúvida entre o sonho acordado e sonho sonhado nas noites mal dormidas. São estes que nos abrem os sentidos há loucura de um prazer reduzido á simplicidade de um tocar de lábios.

Contudo, é no mais ínfimo dos nossos segredos que escondemos, traquinas, para nós mesmos, aqueles dados de coração na dura inocência e que nos prendem na imensidão de um desejo passado, presente e futuro algures suspensos nas entrelinhas de uma vida.