“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Sábado, 27 de Fevereiro de 2010

As incertezas são um legado que vamos adquirindo e atando ao coração aos poucos.

Somos carrascos de nós mesmos.

Não são as certezas e as pisadas que se dão firmes que magoam, o que magoa são as duvidas que o enredo que nos cerca cria, que as ilusões que alimentamos nos impõem e não sabemos contrariar.

Ficam ali a pairar quais abutres ansiando o baixar da guarda e o cair de joelhos no chão de coração inanimado incapazes dum último fôlego de vontade.

Porque a vida nos mina aos poucos e é preciso caminhar prudentes e audazes usando as ambiguidades como meio de ir e não como pausa para ficar.  

miúda* às 23:32
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E perder as certezas é quase perder o rumo, é perder a segurança nos passos porque se vai parando para olhar em volta e pensar se não seria melhor voltar atrás e virar na outra esquina. As tais ambiguidades que se vão colando às solas e roubando vigor à marcha...
Ventania a 28 de Fevereiro de 2010 às 20:34

As certezas são o mapa, a confirmação que o caminho que seguimos é o que nos leva ao destino que se ambiciona... Dói quando se perde o pé, mas nessas situações só nos resta nadar com toda a força e dar passos firmes, porque as certezas precisam de um voto de confiança e coragem...
miúda* a 1 de Março de 2010 às 21:52

E perder as certezas é quase perder o rumo, é perder a segurança nos passos porque se vai parando para olhar em volta e pensar se não seria melhor voltar atrás e virar na outra esquina. As tais ambiguidades que se vão colando às solas e roubando vigor à marcha...
Ventania a 28 de Fevereiro de 2010 às 20:51