“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

Perfil

//mais sobre mim

Arquivo

//comentários recentes
That's why we have to work hard!
Venho eu descansada...pronta a divagar pelo blog q...
Não resisti a voltar e continuo por aqui, apenas n...
//arquivos
2012:

 J F M A M J J A S O N D


2011:

 J F M A M J J A S O N D


2010:

 J F M A M J J A S O N D


//pesquisar
 
//passageiros...

blogs SAPO


Universidade de Aveiro

Posts

Domingo, 22 de Abril de 2012

foto aqui

Há cidades que não interessa quantas vezes lhes palmilhamos as ruas em busca de algo que nos faça sentir mais que o suposto. Vemos-lhe a beleza mas não se sente aquilo que ao nosso lado as gentes já rendidas a ela nos tentam fazer perceber por todos os meios. Não me faz sentir em casa, não me faz querer lá voltar de repente, não se entranha na pele nem se faz pulsar e respirar em nós.

Levam-me na onda da vida académica e eu sigo com eles. Embrenho-me e junto-me aos estudantes que vivem ferozmente o que a cidade lhes proporciona. E no fundo de mim eu olho à volta e vejo-me como se estivesse numa qualquer festa de jovens. Sinto saudades das festas académicas da minha cidade. Daquelas que recebem estudantes de todo o país e onde nos divertimos a ver de onde são pelos trajes que envergam. As tradições académicas que sabem a tanto na minha cidade. As ruas dos estudantes e os hinos aos doutores. As festas e os reboliços próprios de quem traja de capa negra. Porque para mim o meu coração tem o Mondego aos pés. E cidade nenhuma lhe tira o encanto que nos nasce no peito que só quem lá estudou sabe sentir.

miúda* às 20:11

Sábado, 21 de Abril de 2012

395191_3136210248825_1371924049_33215581_1500697230_n_large

Sempre que vou a Aveiro está a chover. Mais um passeio arruinado... outra vez. Não que tivesse muito tempo para passear, mas sempre dava para dar um giro.

E obrigada S. Pedro pela chuvada, aquela hora, em que regressavamos para casa a pé. Sabes sempre quando apanhar chuva na moleirinha é tudo o que eu preciso a ver se não penso em coisas que não devo.

Não comi outra vez nenhum ovo mole! Bolas!

 

 

miúda* às 16:29

Sexta-feira, 16 de Março de 2012

Apanhar o comboio pela manhã, chegada á estação de Campanhã em hora de ponta, sempre bom, gosto daquela confusão de chegadas e partidas onde todos os destinos se parecem cruzar.

Subir aquelas ruas e ruelas sempre a passo apressado, quase que me esquecendo de respirar enquanto converso animada com aquele senhor. As saudades que sentia daquela cidade, nem o frio que se fazia sentir e o tempo cinzento sem qualquer réstia de sol parecia mudar o ambiente.

Um rápido passeio pelos arredores e a cada chegada um sorriso simpático com um bocado de conversa fiada para dar no seu melhor sotaque. Gosto do Porto. Tanto mas tanto.

Mais uma correria pela cidade, desço as escadas para o metro, valido o andante e mesmo quando estou a chegar a porta do metro fecha à minha frente e este arranca perante o meu ar desalinhado e meio parva a vê-lo partir. Mais quinze minutos até ao próximo. E fico ali a ver a plataforma encher e esvaziar a cada novo metro que passa, até enfim partir.

Enfio-me no comboio e parto. O Porto há muito que ficou para trás. Até ao próximo regresso, porque quero e muito.

miúda* às 23:54

Quinta-feira, 02 de Fevereiro de 2012

Tumblr_lymmt2uqia1r8l58go1_500_large

Frio.

Vou vestindo as peças de roupa uma a uma sobre a pele ainda húmida do banho quente. Sacudo o cabelo, calço as botas e visto o casaco. Um cachecol a envolver-me do gelo que se faz sentir, mala a tiracolo e parto.

Tarde no rebuliço embalada pelos sons inequivocos da cidade rodopiando com o vento frio de inverno que se faz sentir.

 

miúda* às 10:34
tags: , ,

Sexta-feira, 15 de Abril de 2011

Foi amor ao primeiro chegar. Há cidades que nos entram no sangue mal lhe pisamos as entranhas. Apetece ficar ali e não descansar enquanto não se conhecer cada recanto e detalhe escondido com todo o encanto que tem para dar.

Histórias que ficam na memória para contar e relembrar, experiências para nunca mais esquecer. Ninguém rouba a sensação de guiar um eléctrico ao pôr-do-sol junto à Marginal, os passeios nocturnos na cidade semi-adormecida, a vista do amanhecer sobre a cidade, as caminhadas longas na cidade que parece ter apenas subir e descer…o tudo e o nada que na sua desorganização se parece completar. 

Porque me apaixonei e há amores assim que nos conquistam a cada novo viver.

O Porto tornou-se bem mais que uma mera cidade, um canto para que apetece voltar.

miúda* às 22:33
tags: ,