“Que a errar, seja por agir e não por ceder ao receio. Que seja por arriscar voar e não por esperar que o vento mude.”

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Domingo, 15 de Janeiro de 2012

A minha capacidade de armar barracas persegue-me irremediavelmente.

Sabado á noite, sair com amigos e em pleno bar a abarrotar de gente eu a tentar chamar um amigo escorrego e faço a esparregata numa aparatosa queda perante uma gargalhada geral das pessoas em volta que presenciaram toda a cena.

Nunca hei-de deixar de ser desastrada.

miúda* às 23:12
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